Atuamos nos dois lados da mesa: pela empresa que precisa reorganizar o passivo e seguir operando, e pelo credor ou investidor que precisa de assento, voz e prioridade. Essa dupla perspectiva muda o jogo: quem já sentou do outro lado sabe o que a contraparte pode aceitar — e quando está blefando.
Do diagnóstico à aprovação do plano: viabilidade, negociação com classes de credores, execução.
Liability management fora do tribunal — mais rápido, mais discreto, menos destruição de valor.
Comitês, assembleias, impugnações, DIP financing e proteção de garantias.
Compra e venda de ativos estressados com segurança jurídica de aquisição.
Quando preservar valor significa encerrar bem: habilitações, realização de ativos, responsabilidades, wind-down.
Revocatórias, desconsideração da personalidade jurídica, ações de responsabilidade — em ataque e em defesa.
Respostas a situações imprevistas em várias frentes, war rooms, negociações com o Poder Público.
Quem deve ser pago em primeiro lugar? O conselheiro que precisa entender as opções. A informação que deve ser compartilhada com o mercado.